Boa tarde, meninas e meninos!
Na aula de hoje estudaremos sobre o ARCADISMO.
Leiam o conteúdo abaixo e anote em seu cadernos os tópicos que julgar importante. Na próxima aula faremos uma atividade sobre esse conteúdo.
ARCADISMO
O arcadismo foi um movimento literário nascido na Europa do século XVIII. Também conhecido como neoclassicismo, o arcadismo, no Brasil, teve como marco inicial o livro “Obras Poéticas”, de Cláudio Manuel da Costa, em 1768, e foi a principal tendência estética produzida no país na época, tendo seus principais autores presentes na cidade de Vila Rica, atual Ouro Preto, em Minas Gerais.
No campo histórico, o arcadismo dialogou com a Inconfidência Mineira, movimento separatista que teve vários poetas neoclássicos como líderes. A obra dos árcades brasileiros pode ser dividida em “poemas líricos”, “obras satíricas” e “literatura épica”. Os principais autores árcades são Tomás Antônio Gonzaga, autor do clássico “Marília de Dirceu” e das revolucionárias “Cartas Chilenas”; Cláudio Manuel da Costa, poeta de grande qualidade; Basílio da Gama, que escreveu o livro “O Uraguai”; e Santa Rita Durão, autor de “Caramuru”.
Autores e obras
O arcadismo foi a principal corrente literária do país durante o século XVIII, superando o Barroco e precedendo o movimento romântico. Os principais autores árcades e suas principais obras são:
Tomás Antônio Gonzaga, que escreveu o livro lírico “Marília de Dirceu” (1792) e as satíricas “Cartas Chilenas” (1863);
Cláudio Manuel da Costa, autor dos livros “Culto Métrico” (1749), “Munúsculo Métrico” (1751), “Epicédio” (1753), “Obras Poéticas de Glauceste Satúrnio (sonetos, epicédios, romances, éclogas, epístolas, liras)” (1768), “O Parnaso Obsequioso e Obras Poéticas” (1768), “Vila Rica” (1773) e “Poesias Manuscritas” (1779);
Basílio da Gama, cujas obras são “Epitalâmio às núpcias da Sra. D. Maria Amália” (1769), “O Uraguai” (1769), “A declamação trágica” (1772), “Os Campos Elíseos” (1776), “Relação abreviada da República e Lenitivo da saudade” (1788) e “Quitúbia” (1791).
Santa Rita Durão, que escreveu as obras “Pro anmia studiorum instauratione oratio” (1778) e “Caramuru” (1781).