Aula de ed. física 6° Ano A e B
Data-20/10/20
Bom dia, meninos (as)! Esperamos
que estejam todos bem!
Na aula de hoje vamos estudar sobre os fundamentos técnicos do voleibol.
Os fundamentos técnicos do
voleibol
Os fundamentos técnicos do voleibol, são:
saque, passe, levantamento, ataque, bloqueio e defesa. A cada um destes fundamentos compreende
um certo número de habilidades e técnicas que foram
introduzidas ao longo da história do voleibol e são hoje
consideradas prática comum no esporte.
Fundamentos e características
do Voleibol
Um time que
deseja competir em nível internacional precisa dominar um conjunto de seis
habilidades básicas, denominadas usualmente sob a rubrica
"fundamentos". Elas são: saque, passe, levantamento, ataque, bloqueio
e defesa. A cada um destes fundamentos compreende um certo número de
habilidades e técnicas que foram introduzidas ao longo da história do voleibol
e são hoje consideradas prática comum no esporte.
Saque
ou serviço
O saque ou
serviço marca o início de uma disputa de pontos no voleibol. Um jogador
posta-se atrás da linha de fundo de sua quadra, estende o braço e acerta a
bola, de forma a fazê-la atravessar o espaço aéreo acima da rede delimitado
pelas antenas e aterrissar na quadra adversária. Seu principal objetivo
consiste em dificultar a recepção de seu oponente controlando a aceleração e a
trajetória da bola.
Existe a
denominada área de saque, que é constituída por duas pequenas linhas nas
laterais da quadra, o jogador não pode sacar de fora desse limite.
Um saque que a
bola aterrissa diretamente sobre a quadra do adversário sem ser tocada pelo
adversário - é denominado em voleibol "ace",
assim como em outros esportes tais como o tênis.
No voleibol
contemporâneo, foram desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques:
• Saque por
baixo ou por cima: indica a forma como o saque é realizado, ou seja, se o
jogador acerta a bola por baixo, no nível da cintura, ou primeiro lança-a no ar
para depois acertá-la acima do nível do ombro. A recepção do saque por baixo é
usualmente considerada muito fácil, e por esta razão esta técnica não é mais
utilizada em competições de alto nível.
• Jornada nas
estrelas: um tipo específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de
forma a atingir grandes alturas (em torno 25 metros). O aumento no raio da
parábola descrito pela trajetória faz com que a bola desça quase em linha reta,
e em velocidades da ordem de 70 km/h. Popularizado na década de 1980 pela
equipe brasileira, especialmente pelo ex-jogador Bernard Rajzman, ele hoje é
considerado ultrapassado, e já não é mais empregado em competições
internacionais.
• Saque com
efeito: denominado em inglês "spin serve",
trata-se de um saque em que a bola ganha velocidade ao longo da trajetória, ao
invés de perdê-la, graças a um efeito produzido dobrando-se o pulso no momento
do contato.
• Saque
flutuante ou saque sem peso: saque em que a bola é tocada apenas de leve no
momento de contato, o que faz com que ela perca velocidade repentinamente e sua
trajetória se torne imprevisível.
• Viagem ao
fundo do mar: saque em que o jogador lança a bola, faz a aproximação em
passadas como no momento do ataque, e acerta-a com força em direção à quadra
adversária. Supõe-se que este saque já existisse desde a década de 1960, e
tenha chegado ao Brasil pelas mãos do jogador Feitosa. De todo modo, ele só se
tornou popular a partir da segunda metade dos anos 1980.
• Saque
oriental: o jogador posta-se na linha de fundo de perfil para a quadra, lança a
bola no ar e acerta-a com um movimento circular do braço oposto. O nome deste
saque provém do fato de que seu uso contemporâneo restringe-se a algumas
equipes de voleibol feminino da Ásia.
Passe
Também chamado
recepção, o passe é o primeiro contato com a bola por parte do time que não
está sacando e consiste, em última análise, em tentativa de evitar que a bola
toque a sua quadra, o que permitiria que o adversário marcasse um ponto. Além
disso, o principal objetivo deste fundamento é controlar a bola de forma a
fazê-la chegar rapidamente e em boas condições nas mãos do levantador, para que
este seja capaz de preparar uma jogada ofensiva.
O fundamento
passe envolve basicamente duas técnicas específicas: a "manchete", em
que o jogador empurra a bola com a parte interna dos braços esticados,
usualmente com as pernas flexionadas e abaixo da linha da cintura; e o
"toque", em que a bola é manipulada com as pontas dos dedos acima da
cabeça.
Quando, por
uma falha de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na
recepção, mas atravessa por cima da rede em direção à quadra da equipe
adversária, diz-se que esta pessoa recebeu uma "bola de graça".
Manchete
É uma técnica
de recepção realizada com as mãos unidas e os braços um pouco separados e
estendidos, o movimento da manchete tem início nas pernas e é realizado de
baixo para cima numa posição mais ou menos cômoda, é importante que a perna
seja flexionada na hora do movimento, garantindo maior precisão e comodidade no
movimento. Ela é usada em bolas que vem em baixa altura, e que não tem chance
de ser devolvida com o toque.
É considerada
um dos fundamentos da defesa, sendo o tipo de defesa do saque e de cortadas
mais usado no jogo de voleibol. É uma das técnicas essenciais para o líbero mas
também é empregada por alguns levantadores para uma melhor colocação da bola
para o atacante.
Levantamento
O levantamento
é normalmente o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo
consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da
equipe, ou seja, um ataque.
A exemplo do
passe, pode-se distinguir o levantamento pela forma como o jogador executa o
movimento, ou seja, como "levantamento de toque" e "levantamento
de manchete". Como o primeiro usualmente permite um controle maior, o
segundo só é utilizado quando o passe está tão baixo que não permite manipular
a bola com as pontas dos dedos, ou no voleibol de praia, em que as regras são
mais restritas no que diz respeito à infração de "carregar".
Também
costuma-se utilizar o termo "levantamento de costas", em referência à
situação em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o
levantador está olhando.
Quando o
jogador não levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de
equipe, mas decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária numa
tentativa de conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma "bola
de segunda".
Ataque
Jogador atacando:
O ataque é, em
geral, o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste fundamento é
fazer a bola aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto
em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados
("passada"), salta e então projeta seu corpo para a frente,
transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.
O voleibol
contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque:
• Ataque do
fundo: ataque realizado por um jogador que não se encontra na rede, ou seja,
por um jogador que não ocupa as posições 2-4. O atacante não pode pisar na
linha de três metros ou na parte frontal da quadra antes de tocar a bola,
embora seja permitido que ele aterrisse nesta área após o ataque.
• Diagonal ou
Paralela: indica a direção da trajetória da bola no ataque, em relação às
linhas laterais da quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a
bola aterrissando na zona frontal da quadra adversária, é denominada
"diagonal curta".
• Cortada ou
Remate: refere-se a um ataque em que a bola é acertada com força, com o
objetivo de fazê-la aterrissar o mais rápido possível na quadra adversária. Uma
cortada pode atingir velocidades de aproximadamente 200 km/h.
• Largada:
refere-se a um ataque em que jogador não acerta a bola com força, mas antes
toca-a levemente, procurando direcioná-la para uma região da quadra adversária
que não esteja bem coberta pela defesa.
• Explorar o
bloqueio: refere-se a um ataque em que o jogador não pretende fazer a bola
tocar a quadra adversária, mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de
modo a que ela, posteriormente, aterrisse em uma área fora de jogo.
• Ataque sem
força: o jogador acerta a bola mas reduz a força e consequentemente sua
aceleração, numa tentativa de confundir a defesa adversária.
• Bola de
xeque: refere-se à cortada realizada por um dos jogadores que está na rede
quando a equipe recebe uma "bola de graça" (ver passe, acima).
Bloqueio
Bloqueio triplo:
O bloqueio
refere-se às ações executadas pelos jogadores que ocupam a parte frontal da
quadra (posições 2-3-4) e que têm por objetivo impedir ou dificultar o ataque
da equipe adversária. Elas consistem, em geral, em estender os braços acima do
nível da rede com o propósito de interceptar a trajetória ou diminuir a
velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.
Denomina-se
"bloqueio ofensivo" à situação em que os jogadores têm por objetivo
interceptar completamente o ataque, fazendo a bola permanecer na quadra
adversária. Para isto, é necessário saltar, estender os braços para dentro do
espaço aéreo acima da quadra adversária e manter as mãos viradas em torno de
45-60° em direção ao punho. Um bloqueio ofensivo especialmente bem executado,
em que bola é direcionada diretamente para baixo em uma trajetória praticamente
ortogonal em relação ao solo, é denominado "toco".
Um bloqueio é
chamado, entretanto, "defensivo" se tem por objetivo apenas tocar a
bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo a que ela possa ser melhor
defendida pelos jogadores que se situam no fundo da quadra. Para a execução do
bloqueio defensivo, o jogador reduz o ângulo de penetração dos braços na quadra
adversária, e procura manter as palmas das mãos voltadas em direção à sua
própria quadra.
O bloqueio
também é classificado, de acordo com o número de jogadores envolvidos, em
"simples", "duplo" e "triplo".
Defesa
Defesa:
A defesa
consiste em um conjunto de técnicas que têm por objetivo evitar que a bola
toque a quadra após o ataque adversário. Além da manchete e do toque, já
discutidos nas seções relacionadas ao passe e ao levantamento, algumas das
ações específicas que se aplicam a este fundamento são:
• Peixinho: o
jogador atira-se no ar, como se estivesse mergulhando, para interceptar uma
bola, e termina o movimento sob o próprio abdômen.
• Rolamento: o
jogador rola lateralmente sobre o próprio corpo após ter feito contato com a
bola. Esta técnica é utilizada, especialmente, para minimizar a possibilidade
de contusões após a queda que é resultado da força com que uma bola fora
cortada pelo adversário.
• Martelo: o
jogador acerta a bola com as duas mãos fechadas sobre si mesmas, como numa
oração. Esta técnica é empregada, especialmente, para interceptar a trajetória
de bolas que se encontram a uma altura que não permite o emprego da manchete,
mas para as quais o uso do toque não é adequado, pois a velocidade é grande
demais para a correta manipulação com as pontas dos dedos.
Atividade:
1)-Fale
sobre os fundamentos técnicas do
voleibol.
Conclusão
da nossa atividade: essa atividade deverá ser registrada no caderno de forma
individual para que o aluno tenha uma fonte de pesquisa presente, e que nas
próximas aula possa entender melhor seus determinados fundamentos técnicos do
voleibol.
Obs. Importante depois de estudar e copiar sobre fundamentos técnicos do
basquetebol em seu caderno o registro,
não se esquecendo da data e série e nome, e também fazer sua postagem uma vez
que a aula tem caráter avaliativo.
Boa aula! jovens!
Professor: Fabio Venâncio de Oliveira!!